- História do Município
   
  - Fale com a Prefeitura

- Telefones regionais
   
  - Patrimônio Cultural

- Diário Eletrônico

- Contabilidade

- Decretos

- Portarias

- Documentos Públicos

- Legislação

- Licitações
   
  - Gabinete do Prefeito

- Secretarias

- Notícias

- Perguntas Freqüentes

- Mídias e Fotos
  NOTÍCIAS
     
  Começam os preparativos para 23ª Romaria Ecológica Diocesana.
30/03/2017
 
     
 
A Prefeitura Municipal de Marliéria, juntamente com o Parque Estadual do Rio Doce, Diocese de Itabira, Paróquia Nossa Senhora das Dores de Marliéria estão preparando a 23ª ROMARIA ECOLÓGICA DIOCESANA BISPO DOM HELVÉCIO
A 23ª Romaria Ecológica Diocesana, parte das comemorações dos 72 anos do Parque Estadual do Rio Doce (PERD), está chegando. A programação religiosa começa no dia 11 de julho e se estende até o dia 16 de julho culminando com a cavalgada que parte das cidades de Dionísio, Marliéria e Timóteo, com um percurso até o Parque.

Na reserva ambiental, os tropeiros se encontram para celebração da missa em homenagem ao Bispo Dom Helvécio, fundador da Unidade de Conservação. A romaria relembra o ato de Dom Helvécio que levava, a cavalo, a imagem da protetora do PERD, Nossa Senhora da Saúde pela Estrada Parque Bispo Dom Helvécio, de Marliéria até o Parque. A Imagem de Nossa Senhora é tombada pelo Patrimônio histórico de Marliéria.

Durante o percurso, com duração de cerca de 5 horas, os cavaleiros têm pontos de parada para descanso, onde são servidos tropeiro, água, café e refrigerante. Além da Romaria, a programação dos 72 anos do PERD inclui Missa, feira de artesanato e produtos típicos da região e apresentações musicais.
História
O Parque Estadual do Rio Doce foi criado no dia 14 de julho de 1944 em função da presença do ecossistema Mata Atlântica e de sua rica biodiversidade, apresentando várias espécies ameaçadas de extinção, como o jacaré do papo amarelo, onça pintada, mono-carvoeiro e o mutum do sudeste. 83,3% da área do Parque está no município de Marliéria.

Na década de 30, o bispo de Mariana, Dom Helvécio Gomes de Oliveira, preocupado com a grande exploração da floresta pelas empresas siderúrgicas, registrou no livro de tombos da Arquidiocese de Mariana a área do parque com o objetivo de preservá-la.

O parque é reconhecido como Reserva da Biosfera pela UNESCO, possuindo a maior reserva genética de Mata Atlântica do estado. Possui área de aproximadamente 36 mil hectares de Mata Atlântica contínua, intercalados por um conjunto de aproximadamente 40 lagoas, sendo considerado o terceiro maior complexo lacustre do país.